Tag: Jair Bolsonaro

31mar

No meio de uma crise sanitária, Bolsonaro cava mais uma crise, agora com as forças armadas!

Ano passado Bolsonaro tentou interferir indevidamente na Polícia Federal fazendo-a de puxadinho do Governo no intuito de frear a investigação contra seu filho. De acordo com o Ministro da época, Bolsonaro queria trocar o superintendente da Polícia Federal do Rio de Janeiro (Carlos Henrique Oliveira), o diretor-geral (Maurício Valeixo) e senão pudesse, trocaria o próprio ministro da Justiça… Assim aconteceu e ele tirou o Moro.

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26mar

Entenda como um gesto de “OK” virou um gesto internacionalmente conhecido de supremacistas brancos!

Um gesto feito pelo assessor internacional da Presidência da República, Filipe Martins, reacendeu o debate sobre extrema direita, racismo e supremacia branca. Isso porque durante uma audiência pública no Senado na última quarta-feira (24). O movimento com as mãos feitas pelo Filipe Martins, durante o discurso do presidente do Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), remetia ao gesto típico de neonazistas. O gesto consciente foi feito exatamente em um momento em que Martins aparecia ao fundo da transmissão, na TV Senado.

Apesar de se assemelhar com o gesto internacional de “Ok”, a mão virada para baixo deu uma nova conotação para grupos extremistas e por isso foi adicionado recentemente a uma lista de símbolos de ódio.

O assessor, claro, negou que tenha feito isso. Se reservou a dizer que vai processar todo mundo e que ele estava apenas ajeitando a sua lapela.

O gesto com forma arredondada entre o indicador e o polegar, que também é um emoji popular, foi classificado como “uma verdadeira expressão da supremacia branca” pela Liga Antidifamação (ADL, na sigla em inglês), organização dos Estados Unidos que monitora crimes de ódio.

Nota-se abaixo, que Filipe Martins usou o mesmo gesto que um terrorista cristão neozelandês no tribunal ao ser condenado pelo homicídio de 51 pessoas. Pode ser que seja apenas coicidência, ou, sabendo o meio que transita Filipe o gesto tenha sido claro o suficiente.

Terrorista cristão neozelandês também fez gesto ao ser condenado pelo homicídio de 51 pessoas

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25abr

As verdades ditas por Bolsonaro e Moro onde quem mais ganhou foi o Brasil

Na última sexta-feira (24) às 11h da manhã, no horário de Brasília, o Brasil assistiu estarrecido as declarações pesadas feitas pelo então Ministro da Justiça e Cidadania Sérgio Moro contra o presidente Jair Bolsonaro. Após expor suas verdades em coletiva de imprensa convocada pelo próprio Moro, ele pediu para sair.  Essa foi a nona vez que um ministro deixa o cargo no governo Bolsonaro.

No fim da tarde,  às 17h, foi a vez do Presidente Bolsonaro expor as suas verdades contra o seu então aliado. Bolsonaro falou por quase uma hora assuntos aleatórios e no final tentou ler uma carta de 3 páginas sem muito sucesso.

Se você não assistiu as declarações, colocarei no final do texto para que você as veja. O que ficou claro, porém, é que quem mais ganhou foi o Brasil! Por quê? Porque o que foi dito por ambos é impossível de aceitar enquanto cidadão brasileiro. Cada um mostrou o seu pior lado e o pior lado do outro. Impossível eles seguirem juntos ou mesmo pensar num futuro juntos. Moro se sentiu traído por perceber que era carta fora do baralho e Bolsonaro se sentiu com coração quebrado por ter se aberto à Moro e não ter sentido o mesmo por parte do ex-juiz da Lava Jato. Após toda a lavada de roupa suja, a gente fica sabendo quem é quem. Melhor um inimigo declarado, do que um amigo disfarçado.

Moro, entre outras coisas, disse que o Bolsonaro queria interferir na Polícia Federal por questões políticas, que pedia informações de relatórios policiais em curso, que nem a ex-presidente Dilma fazia isso em plena Lava Jato. As acusações de Moro tiveram forte impacto nos meios político e jurídico, e a defesa da saída de Bolsonaro do governo voltou a ganhar corpo. O presidente já é alvo de mais de 20 pedidos de impeachment na Câmara, relacionados a casos anteriores. Agora, com as revelações de Moro, novas representações foram apresentadas.

Bolsonaro tentou desqualificar Moro e dizer que quem manda no Governo é ele e ele jamais pedirá qualquer autorização para nomear quem ele queira, em qualquer cargo que ele queira. Basicamente foi  “Minha presidência, minhas regras”. Disse que Moro faltou com verdade quando fez insinuações que ele queria mexer politicamente na Polícia Federal e disse que o Moro aceitou trocar o Valeixo, desde que ocorresse após Novembro, depois que o Bolsonaro tivesse indicado Moro para o Supremo. Logo, que na real o Moro queria mesmo era tirar vantagem pessoal e não ajudar na construção de um país menos corrupto.

Se não bastasse o Brasil estar mergulhado em uma crise sanitária de fortes impactos sociais e econômicos, agora enfrenta uma instabilidade institucional. Quem mais ganhou foi o Brasil. Ganhou mais uma crise para enfrentar. É como uma vez disse a ex-presidente Dilma Roussef em uma das suas loucuras filosofadas: “Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder.”

As verdades de Bolsonaro e Moro onde quem mais ganhou foi o Brasil

As verdades de Bolsonaro e Moro onde quem mais ganhou foi o Brasil

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