Curiosidades do Amazonas

1out

Fotos raras do Studio Play – O Parque Temático do Amazonas

Inaugurado em 18 de julho de 2001, o Studio Play cumpriu sua missão e se tornou o maior Parque temático do Amazonas e referência em toda a região norte. O Parque de Diversões possuía uma área de 10.000 m² no Studio 5 Festival Mall, em Manaus, além de um salão com 1,2 mil metros². Com um investimento na ordem de R$ 8,1 milhões de reais, o empreendimento levou ao parque somente na primeira semana da sua inauguração 2 mil visitantes.

Toda a estrutura física e de segurança do Studio Play ficou a cargo da Poltronieri Engenharia, enquanto os equipamentos e brinquedos utilizados no parque eram do grupo brasileiro Fionda. O traço paisagístico do Parque ficou por conta da arquiteta e paisagista Maria Cecília Barbieri Gorski, mais conhecida como Ciça Gorski e que é proprietária do escritório Barbieri & Gorski. Ciça também projetou o Parque da Mônica, em São Paulo a pedido do desenhista e ilustrador Maurício de Souza.  O traço interativo dos brinquedos é recorrente em seus projetos e exige do público relação menos automatizada e passiva do corpo. Alguns outros exemplos são o Parque das Aventuras, em Itu,  São Paulo, e o parque temático Studio Play, que existia aqui em Manaus.

Studio Play - O Parque Temático do Amazonas

Studio Play – O Parque Temático do Amazonas

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23set

Conheça a misteriosa morte da Ária Ramos, a moça do violino no Cemitério São João Batista em Manaus

Esse ano , a misteriosa morte de Ária Ramos completa 105 anos! O caso ainda é dos que mais causa arrepio nos historiadores de Manaus e nunca foi encontrado o culpado. Ária Ramos não era apenas um nome e não se tratava de uma mulher qualquer, ela era uma artista genial e morreu precocemente vítima de uma bala perdida.

Ária Paraense Ramos, era uma Violinista prodígio e com apenas 18 anos foi vítima de um “acidente”, numa festa de terça-feira de carnaval, no dia 17 de fevereiro de 1915, no Ideal Clube que na época tinha sua sede nos altos do prédio na Avenida Eduardo Ribeiro esquina coma Rua Henrique Martins, que posteriormente seria uma agencia de transportes aéreos Cruzeiro do Sul e hoje uma loja de roupas.

Foi sepultada na Quadra 5 do Cemitério São João Batista – no local, ainda existe uma sepultura de mármore, com a figura da Ária Ramos de corpo inteiro, ostentando o seu violino.

Sepultura da jovem Ária Ramos no Cemitério São João Batista / Divulgação

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30maio

Conheça as principais diferenças históricas entre o Largo São Sebastião e o Calçadão de Copacabana

Durante muitos anos as calçadas portuguesas foram marco de beleza e riqueza no mundo inteiro. Na cidade de Lisboa, por exemplo, existe a Praça de D. Pedro IV, mais conhecida por Praça do Rossio e o maior charme dessa praça é justamente as pedras em forma de zig-zag entre um claro e um escuro. . Seu desenho foi escolhido para homenagear o encontro das águas doces do Rio Tejo com o Oceano Atlântico.

A calçada Portuguesa teve o seu início em meados do século XIX. Com uma tecnologia de construção e uma herança histórica semelhante aos mosaicos Romanos, a calçada é o tipo de pavimento mais usado em espaços públicos e principalmente em passeios, não só em Portugal mas também em países lusófonos (ex-colónias portuguesas).

Com a popularidade e o aperfeiçoamento, outros países lusófonos, como o Brasil, trouxeram essas formas para cá. Existem várias cidades que possuem, porém, focarei apenas na calçada manauara e na calçada carioca.

Praça do Rossio / Divulgação

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26dez

Você já ouviu falar na Santa Etelvina? Conheça a história da Etelvina Alencar, a Santa Etelvina

No ano de 1901 uma tragédia passional atingiu a cidade de Manaus. Dessa tragédia, o nome de uma jovem foi e será para sempre lembrado : Etelvina Alencar. Etelvina Alencar foi uma jovem nordestina de 17 anos de idade, sacrificada brutalmente as mãos de um conterrâneo seu, o qual deixaria se dominar por estranha e mórbida paixão.

Em 1901, por meio da Lei Municipal 233, de 30 de agosto, o então superintendente Arthur César de Araújo concedeu uma área no Cemitério São João Batista para o sepultamento da jovem cearense Etelvina de Alencar, vítima de um crime passional ocorrido em 9 de março daquele ano, na antiga Colônia Campos Salles, assassinato que causou comoção geral na cidade.

No mausoléu de Santa Etelvina, morta a mais de 100 anos, muitas flores sempre. Foto: Junio Matos/freelancer

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26dez

Conheça o “Caso do menino Jairzinho”, o assassinato ocorrido nos anos 90 e que marcou geração

No início dos anos 90, um crime assombrou a zona sul de Manaus, mais especificamente no bairro São Francisco. O crime contra uma criança marcou toda uma geração. Agora neste mês fará 28 anos que aconteceu este rumoroso e histórico caso. Ocorrido em 28 de dezembro de 1991 no bairro de São Francisco o crime marcou o fim de ano e durou até o dia 01 de janeiro de 1992, quando teve desfecho dessa história macabra.

Esse é um daqueles casos cujos desdobramentos se arrastam por anos e, de forma abrupta, desaparecem dos noticiários. Como o assassinato de uma rica família, dona de uma transportadora, desaparece tão rápido dos grandes jornais da capital? O Caso Jairzinho, diferente dos casos do Monstro da Colina ou do Morto-vivo do Morro da Liberdade, tem uma construção narrativa mais difícil, pois até hoje, de acordo com aqueles que foram contemporâneos ao crime, teve uma conclusão ainda envolta de incertezas.

Crime que entrou pra história : O caso do menino Jairzinho / Montagem Marcus Pessoa

Crime que entrou pra história : O caso do menino Jairzinho / Montagem Marcus Pessoa

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26dez

Que fim levou o ‘Monstro da Colina’, o estripador que assombrou Manaus nos anos 70?

O que será que aconteceu com o estripador que apavorou Manaus nos anos 70 e 80? O rapaz era tão perigoso que ficou conhecido como “o Monstro da Colina”. Seu nome? Wallace Barreto de Oliveira que aos 19 anos entrou na casa de um pré-adolescente de 14 anos chamado Carlos Andrade de Oliveira, conhecido pelos seus amigos como “Carlinhos”.

Carlinhos morava na Rua 5 de Setembro, no bairro de São Raimundo, zona Oeste de Manaus, próximo ao estádio da Colina.

Uma observação rápida antes de prosseguirmos, o estádio do São Raimundo é conhecido como “Estádio da Colina”, por encontrar-se no alto de uma colina natural que divide os bairros de São Raimundo, Santo Antônio e Glória.

O caso do ‘Monstro da Colina’, é um dos mais brutais assassinatos acontecido em Manaus de Antigamente. O crime ocorreu em 14 de novembro de 1976, ou seja, já tem 43 anos!

Rua 5 de Setembro, no bairro de São Raimundo / Reprodução Google Maps

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21jul

Saiba qual era a cor original do Teatro Amazonas e suas mudanças até a cor atual

Nem sempre temos uma verdade absoluta. Nem tudo que vemos é ou sempre foi assim. O largo São Sebastião é um exemplo clássico do que há muitos anos atrás durante o mestrado conheci como “disneyficação das cidades“. A disneyficação seria a busca frenética, por “novas oportunidades” para as cidades, de modo que o espaço público abdique do seu papel fundacional, enquanto lugar de relação, de convivência e de troca de informação, para se assumir como um palco de eventos e fantasias.

A sua própria identidade é posta em risco, com a construção de monumentos artificiais, ou no caso do Largo, todo remodelado para parecer como se fosse originário, sendo que todos vimos o quanto o local estava abandonado e tomado por drogados, prostitutas e travestis, mas que hoje, graças a recuperação e ação política está revitalizado e serve a população.

Tenho minhas críticas sobre a disneyficação, mas nesse post específico, falarei sobre a cor do Teatro Amazonas e suas mudanças ao longo do século, até porque esse é um assunto que até hoje gera dúvida, qual é a verdadeira cor da fachada do Teatro Amazonas na sua inauguração e por que se mudou? E com a última reforma por que tem aquela cor dourada no fundo das letras e por que as escritas estão em azul? Mas as letras não eram brancas?

Para a inauguração do Teatro Amazonas, vieram da Europa famosas companhias teatrais.

Para a inauguração do Teatro Amazonas, vieram da Europa famosas companhias teatrais.

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3jun

Estive dentro das Ruínas da Represa e Estação de Bombeamento de Águas da Cachoeira Grande e me assustei

Em novembro de 2013, fui com meu amigo Edlucio Castro visitar as Ruínas da Represa da Cachoeira Grande, no bairro São Jorge em Manaus, hoje (3), resolvi voltar no local com meus amigos do No Amazonas é assim Jussara Melo e Thiago Ribeiro para atualizar sobre como o local está em 2019. A experiência não foi das melhores. A entrada do local mudou de aparência após a reforma das pontes do São Jorge, além disso, mais casas foram levantadas lá no Beco Santa Terezinha, o pior de tudo mesmo, foi constatar que o “movimento” estava frenético em plenas 14h, o que não nos deixou nada confortável de prosseguir no local.

Estive dentro das Ruínas da Represa e Estação de Bombeamento de Águas da Cachoeira Grande e me assustei

Estive dentro das Ruínas da Represa e Estação de Bombeamento de Águas da Cachoeira Grande e me assustei

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30maio

Museu da Catedral Metropolitana de Manaus no Centro Histórico

No centro de Manaus, na Igreja da Matriz, tem um museu muito interessante de ser visitado. Dentro da Catedral Metropolitana de Manaus – Nossa Senhora da Conceição, existe uma sala ao lado esquerdo, um pouco antes do altar. Essa sala leva ao Museu da Catedral.

O museu tem um acervo bem modesto, mas riquíssimo de cultura e história local. A grosso modo, o que mais chama a atenção são os paramentos e batinas utilizadas ao longos dos anos pelos Bispos de Manaus, além disso, destacam-se as imagens sacras, as Bíblias e a réplica de uma carta, encontrada dentro de uma garrafa, durante a restauração da igreja!

Esse objeto é interessantíssimo! Estima-se que a carta tenha sido escrita por volta de 1870, por um dos operários que trabalhou na construção da atual Catedral. A carta original está sob a guarda do Departamento de Patrimônio Histórico da SEC – Secretaria Estadual de Cultura.

Essa carta foi encontrada em 2002, quando houve a intervenção arqueológica e durante a intervenção foi encontrada uma garrafa de vidro com uma mensagem do mestre pedreiro Francisco Canejo e do frade português, atestando a data do fechamento da porta. No reboco do arco, ao centro, pode-se notar uma “traçaria”, desenho gravado na fachada da igreja.

 

Réplica da garrafa de vidro com uma mensagem do mestre pedreiro Francisco Canejo e do frade português, atestando a data do fechamento da porta./ Marcus Pessoa

Réplica da garrafa de vidro com uma mensagem do mestre pedreiro Francisco Canejo e do frade português, atestando a data do fechamento da porta./ Marcus Pessoa

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