Curiosidades do Amazonas

23set

Conheça a misteriosa morte da Ária Ramos, a moça do violino no Cemitério São João Batista em Manaus

Esse ano , a misteriosa morte de Ária Ramos completa 1 século! O caso ainda é dos que mais causa arrepio nos historiadores de Manaus e nunca foi encontrado o culpado. Ária Ramos não era apenas um nome e não se tratava de uma mulher qualquer, ela era uma artista genial e morreu precocemente vítima de uma bala perdida.

Ária Paraense Ramos, era uma Violinista prodígio e com apenas 18 anos foi vítima de um “acidente”, numa festa de terça-feira de carnaval, no dia 17 de fevereiro de 1915, no Ideal Clube que na época tinha sua sede nos altos do prédio na Avenida Eduardo Ribeiro esquina coma Rua Henrique Martins, que posteriormente seria uma agencia de transportes aéreos Cruzeiro do Sul e hoje uma loja de roupas.

Dizem que ela morava na esquina das avenidas Joaquim Nabuco e Sete de Setembro, um local conhecido antigamente como “Canto do Quintela”.

Ária, em sua casa, no Canto do Quintela, na Avenida Joaquim Nabuco

Ária, em sua casa, no Canto do Quintela, na Avenida Joaquim Nabuco

Os jornais declaravam: “Não se sabe de onde partiu o tiro quando ela tocava na banda de carnaval!”

Todos os anos naquela época, os jornais dedicavam a pagina cultura, para exaltar o nome dos artistas locais, citavam sempre os nomes das bandas e dos artistas que fariam a passeata de carnaval, porém, foi a única vez e última vez que o nome de Ária Ramos foi citado naquele ano de 1915.

Os jornais também contam que: ela estava executando a melodia “Subindo ao Céu” ao violino, quando uma bala perdida a atingiu. Foi levada às pressas para a Santa Casa de Misericórdia, nos braços de alguns participantes do baile, mas não resistindo ao grave ferimento, Ária morreu. Hoje, seu túmulo no cemitério São João batista, é um dos mais bonitos! O lamentável acontecimento abalou esta cidade, na época estimada em aproximadamente 100 mil habitantes.

Foi sepultada na Quadra 5 do Cemitério São João Batista – no local, ainda existe uma sepultura de mármore, com a figura da Ária Ramos de corpo inteiro, ostentando o seu violino.

Foi sepultada na Quadra 5 do Cemitério São João Batista – no local, ainda existe uma sepultura de mármore, com a figura da Ária Ramos de corpo inteiro, ostentando o seu violino.

Sepultura da jovem Ária Ramos no Cemitério São João Batista / Divulgação

Toda a sociedade prestou a sua homenagem à jovem.

Mitos e mistérios estão em torno da morte de Ária Ramos. Os mais comuns são:

  • Que a artista foi morta por um namorado ciumento;
  • Comentários maliciosos falam que a jovem tinha dois namorados;
  • O mito mais misterioso é aquele que as pessoas associam a morte da artista e a música SUBINDO AOS CÉUS, há quem diga que foi um pressagio.
  • O tiro teria sido disparado por seu namorado que usava uma fantasia de caçador. Dizem alguns que tal tiro foi acidental. A arma disparara durante uma briga do rapaz com o ex-noivo da moça. Outros dizem que não houve briga nenhuma, e até hoje permanece um mistério o motivo de sua morte.

 

“Diante de sua graça, que a doce alegria de viver tornava ainda mais radiosa. Esta fase de gênio que no esplendor da sua mocidade alvorecia, a própria morte estacou maravilhas; e em vez de apostar com a arma sinistra e mortal que traz não ombro; a tocou de leve sutilmente, com um beijo fulminante”. (Comovida homenagem póstuma da sociedade amazonense)”.

“Diante de sua graça, que a doce alegria de viver tornava ainda mais radiosa. Esta fase de gênio que no esplendor da sua mocidade alvorecia, a própria morte estacou maravilhas; e em vez de apostar com a arma sinistra e mortal que traz não ombro; a tocou de leve sutilmente, com um beijo fulminante”. (Comovida homenagem póstuma da sociedade amazonense)”. / Divulgação

Esse sem dúvida é um dos casos que intrigam a sociedade de Manaus até os dias de hoje, foi a inexplicável morte da violinista Ária Ramos em 1915.

O que se sabe sobre esse fato é que os envolvidos não foram punidos pelo menos pela justiça dos homens pois a cultura popular de Manaus acham que foram punidos por forma divina, os dois morreram pouco tempo depois da morte de Ária Ramos porém não se sabe ao certo o que aconteceu, o pouco que se houve falar é que ela tinha rompido com um antigo namorado que pertencia a uma ilustre família de Manaus da época para ficar com um jovem de mais idade recém chegado em Manaus, os jornais da época publicaram que o tiro foi acidental.

O Mausoléo

Mausoléu de Ária Ramos (Cemitério de São João Batista)_2019 – Aspecto do centenário mausoléu, homenagem póstuma da sociedade manauara à memória de Ária Ramos. Sua construção foi aprovada apenas cinco dias após a tragédia que ceifou a vida da desventurada musicista, na sessão do Conselho Municipal, seguindo projeto apresentado pelo então Intendente, João Antônio da Silva, declarando perpétua a sepultura de Ária Ramos e isentando de taxa o construtor ou construtores do mausoléu.

A artística obra ficou a cargo da prestigiada firma local “Marmoraria Ítalo-Amazonense”, de propriedade do italiano Cesare Veronesi. A entrega ocorreu antes da inauguração oficial, somente realizada no dia 23 de julho de 1916, em função da delonga na chegada da estátua de Ária Ramos – obra do escultor, igualmente italiano, Augusto Franzone, natural da cidade de Carrara, não por acaso célebre pelo seu raro e fino mármore de um tom imaculadamente branco, sem veios à mostra. Franzone era membro da Academia de Belas Artes de Carrara e da Comissão de Arqueologia de Roma.

A estátua reproduz em tamanho natural a musicista, que porta um violino no braço direito, enquanto o esquerdo se apoia num tronco de árvore. No colo ostenta um pingente com uma cruz, cópia fiel da joia que, em vida, nunca abandonou. São também cópias fiéis a indumentária que usava na ocasião da tragédia – “necessária para que se perpetuasse e que em todos os tempos, a sociedade pudesse reverenciar a memória da graciosa artista amazonense” (texto retirado do Jornal do Comércio de 23/07/1916).

Destaques: O custo do mausoléu fora angariado junto à sociedade manauara, através de sessões artísticas realizadas em diversos espaços culturais. Dentre os eventos, um se destacou pela grande participação de artistas: No Cine-Teatro Polytheama, de propriedade da empresa “Fontenelle & Cia”, teve lugar uma concorrida récita mesclada com um sarau literário, espetáculo para o qual compareceu expressiva parcela da sociedade local https://masterra.com/, sendo os ingressos vendidos por moças musicistas, colegas de Ária Ramos.

Ária Ramos / Foto: Fabio Augusto de Carvalho Pedrosa – autor do Blog “História Inteligente”.

Ária Ramos_1910s – Sempre que se fala de Carnaval em Manaus, é indissociável a evocação de um fato sombrio, ligado à…

Posted by Manaus Sorriso on Tuesday, March 5, 2019

31jul

Conheça a história completa da Marina Silva de Manaus

 

Uma história como a da Maria Solange Paulino Amorim, a Marina Silva Manaus é uma história de luta, dor e glória. A cearense que veio à Manaus como mula, perdeu o marido, o filho e tudo que tinha por conta das drogas. Porém, com seu carisma e sua vontade de fazer uma nova história para o seu destino, encontrou em seus “pais” Edmar Aguiar e Marcos Bastos uma nova chance de recomeçar.

Conheça a história completa da Marina Silva de Manaus

Conheça a história completa da Marina Silva de Manaus

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30maio

Conheça as principais diferenças históricas entre o Largo São Sebastião e o Calçadão de Copacabana

Durante muitos anos as calçadas portuguesas foram marco de beleza e riqueza no mundo inteiro. Na cidade de Lisboa, por exemplo, existe a Praça de D. Pedro IV, mais conhecida por Praça do Rossio e o maior charme dessa praça é justamente as pedras em forma de zig-zag entre um claro e um escuro. . Seu desenho foi escolhido para homenagear o encontro das águas doces do Rio Tejo com o Oceano Atlântico.

A calçada Portuguesa teve o seu início em meados do século XIX. Com uma tecnologia de construção e uma herança histórica semelhante aos mosaicos Romanos, a calçada é o tipo de pavimento mais usado em espaços públicos e principalmente em passeios, não só em Portugal mas também em países lusófonos (ex-colónias portuguesas).

Com a popularidade e o aperfeiçoamento, outros países lusófonos, como o Brasil, trouxeram essas formas para cá. Existem várias cidades que possuem, porém, focarei apenas na calçada manauara e na calçada carioca.

Praça do Rossio / Divulgação

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26dez

Você já ouviu falar na Santa Etelvina? Conheça a história da Etelvina Alencar, a Santa Etelvina

No ano de 1901 uma tragédia passional atingiu a cidade de Manaus. Dessa tragédia, o nome de uma jovem foi e será para sempre lembrado : Etelvina Alencar. Etelvina Alencar foi uma jovem nordestina de 17 anos de idade, sacrificada brutalmente as mãos de um conterrâneo seu, o qual deixaria se dominar por estranha e mórbida paixão.

Em 1901, por meio da Lei Municipal 233, de 30 de agosto, o então superintendente Arthur César de Araújo concedeu uma área no Cemitério São João Batista para o sepultamento da jovem cearense Etelvina de Alencar, vítima de um crime passional ocorrido em 9 de março daquele ano, na antiga Colônia Campos Salles, assassinato que causou comoção geral na cidade.

No mausoléu de Santa Etelvina, morta a mais de 100 anos, muitas flores sempre. Foto: Junio Matos/freelancer

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26dez

Conheça o “Caso do menino Jairzinho”, o assassinato ocorrido nos anos 90 e que marcou geração

No início dos anos 90, um crime assombrou a zona sul de Manaus, mais especificamente no bairro São Francisco. O crime contra uma criança marcou toda uma geração. Agora neste mês fará 28 anos que aconteceu este rumoroso e histórico caso. Ocorrido em 28 de dezembro de 1991 no bairro de São Francisco o crime marcou o fim de ano e durou até o dia 01 de janeiro de 1992, quando teve desfecho dessa história macabra.

Esse é um daqueles casos cujos desdobramentos se arrastam por anos e, de forma abrupta, desaparecem dos noticiários. Como o assassinato de uma rica família, dona de uma transportadora, desaparece tão rápido dos grandes jornais da capital? O Caso Jairzinho, diferente dos casos do Monstro da Colina ou do Morto-vivo do Morro da Liberdade, tem uma construção narrativa mais difícil, pois até hoje, de acordo com aqueles que foram contemporâneos ao crime, teve uma conclusão ainda envolta de incertezas.

Crime que entrou pra história : O caso do menino Jairzinho / Montagem Marcus Pessoa

Crime que entrou pra história : O caso do menino Jairzinho / Montagem Marcus Pessoa

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26dez

Que fim levou o ‘Monstro da Colina’, o estripador que assombrou Manaus nos anos 70?

O que será que aconteceu com o estripador que apavorou Manaus nos anos 70 e 80? O rapaz era tão perigoso que ficou conhecido como “o Monstro da Colina”. Seu nome? Wallace Barreto de Oliveira que aos 19 anos entrou na casa de um pré-adolescente de 14 anos chamado Carlos Andrade de Oliveira, conhecido pelos seus amigos como “Carlinhos”.

Carlinhos morava na Rua 5 de Setembro, no bairro de São Raimundo, zona Oeste de Manaus, próximo ao estádio da Colina.

Uma observação rápida antes de prosseguirmos, o estádio do São Raimundo é conhecido como “Estádio da Colina”, por encontrar-se no alto de uma colina natural que divide os bairros de São Raimundo, Santo Antônio e Glória.

O caso do ‘Monstro da Colina’, é um dos mais brutais assassinatos acontecido em Manaus de Antigamente. O crime ocorreu em 14 de novembro de 1976, ou seja, já tem 43 anos!

Rua 5 de Setembro, no bairro de São Raimundo / Reprodução Google Maps

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21jul

Saiba qual era a cor original do Teatro Amazonas e suas mudanças até a cor atual

Nem sempre temos uma verdade absoluta. Nem tudo que vemos é ou sempre foi assim. O largo São Sebastião é um exemplo clássico do que há muitos anos atrás durante o mestrado conheci como “disneyficação das cidades“. A disneyficação seria a busca frenética, por “novas oportunidades” para as cidades, de modo que o espaço público abdique do seu papel fundacional, enquanto lugar de relação, de convivência e de troca de informação, para se assumir como um palco de eventos e fantasias.

A sua própria identidade é posta em risco, com a construção de monumentos artificiais, ou no caso do Largo, todo remodelado para parecer como se fosse originário, sendo que todos vimos o quanto o local estava abandonado e tomado por drogados, prostitutas e travestis, mas que hoje, graças a recuperação e ação política está revitalizado e serve a população.

Tenho minhas críticas sobre a disneyficação, mas nesse post específico, falarei sobre a cor do Teatro Amazonas e suas mudanças ao longo do século, até porque esse é um assunto que até hoje gera dúvida, qual é a verdadeira cor da fachada do Teatro Amazonas na sua inauguração e por que se mudou? E com a última reforma por que tem aquela cor dourada no fundo das letras e por que as escritas estão em azul? Mas as letras não eram brancas?

Para a inauguração do Teatro Amazonas, vieram da Europa famosas companhias teatrais.

Para a inauguração do Teatro Amazonas, vieram da Europa famosas companhias teatrais.

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3jun

Estive dentro das Ruínas da Represa e Estação de Bombeamento de Águas da Cachoeira Grande e me assustei

Em novembro de 2013, fui com meu amigo Edlucio Castro visitar as Ruínas da Represa da Cachoeira Grande, no bairro São Jorge em Manaus, hoje (3), resolvi voltar no local com meus amigos do No Amazonas é assim Jussara Melo e Thiago Ribeiro para atualizar sobre como o local está em 2019. A experiência não foi das melhores. A entrada do local mudou de aparência após a reforma das pontes do São Jorge, além disso, mais casas foram levantadas lá no Beco Santa Terezinha, o pior de tudo mesmo, foi constatar que o “movimento” estava frenético em plenas 14h, o que não nos deixou nada confortável de prosseguir no local.

Estive dentro das Ruínas da Represa e Estação de Bombeamento de Águas da Cachoeira Grande e me assustei

Estive dentro das Ruínas da Represa e Estação de Bombeamento de Águas da Cachoeira Grande e me assustei

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30maio

Museu da Catedral Metropolitana de Manaus no Centro Histórico

No centro de Manaus, na Igreja da Matriz, tem um museu muito interessante de ser visitado. Dentro da Catedral Metropolitana de Manaus – Nossa Senhora da Conceição, existe uma sala ao lado esquerdo, um pouco antes do altar. Essa sala leva ao Museu da Catedral.

O museu tem um acervo bem modesto, mas riquíssimo de cultura e história local. A grosso modo, o que mais chama a atenção são os paramentos e batinas utilizadas ao longos dos anos pelos Bispos de Manaus, além disso, destacam-se as imagens sacras, as Bíblias e a réplica de uma carta, encontrada dentro de uma garrafa, durante a restauração da igreja!

Esse objeto é interessantíssimo! Estima-se que a carta tenha sido escrita por volta de 1870, por um dos operários que trabalhou na construção da atual Catedral. A carta original está sob a guarda do Departamento de Patrimônio Histórico da SEC – Secretaria Estadual de Cultura.

Essa carta foi encontrada em 2002, quando houve a intervenção arqueológica e durante a intervenção foi encontrada uma garrafa de vidro com uma mensagem do mestre pedreiro Francisco Canejo e do frade português, atestando a data do fechamento da porta. No reboco do arco, ao centro, pode-se notar uma “traçaria”, desenho gravado na fachada da igreja.

 

Réplica da garrafa de vidro com uma mensagem do mestre pedreiro Francisco Canejo e do frade português, atestando a data do fechamento da porta./ Marcus Pessoa

Réplica da garrafa de vidro com uma mensagem do mestre pedreiro Francisco Canejo e do frade português, atestando a data do fechamento da porta./ Marcus Pessoa

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19maio

Curiosidades sobre a Catedral Metropolitana de Manaus

Sem dúvida a Catedral Metropolitana de Manaus, mais conhecida como Igreja da Matriz, é um local rico de história e assim como grandes obras da nossa cidade, existem muitas curiosidades que poucas pessoas conhecem. Aqui neste link eu já escrevi um pouco sobre a História da Catedral Metropolitana de Manaus ou Igreja da Matriz .

A primeira parte dessa história,  é referente ao ano de em 1695, quando os padres Carmelitas, ergueram aquela que é considerada a primeira CAPELA DE MANAUS, em homenagem a Nossa Senhora Da Conceição. Naquele tempo localizava-se no antigo largo da Trincheira.

Porém, era apenas uma capela, de barro e palha que acabou sendo demolida e depois foi construída uma bem maior no local. Essa maior, só foi concluído em 1788. Nela aconteceriam os principais eventos, como o JURAMENTO A PRIMEIRA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA.

Quando ela foi criada, ela foi posta sobre uma elevação entre os igarapés do Espírito Santo e da Ribeira. Hoje ambos os igarapés estão aterrados. Olhem como era linda!

A atual Catedral Metropolitana de Manaus está situada na parte central da cidade, sobre uma elevação entre os igarapés do Espírito Santo e da Ribeira (ambos aterrados), com sua fachada principal voltada para o rio Negro que até hoje é o principal portão de entrada da capital amazonense.

A atual Catedral Metropolitana de Manaus está situada na parte central da cidade, sobre uma elevação entre os igarapés do Espírito Santo e da Ribeira (ambos aterrados), com sua fachada principal voltada para o rio Negro que até hoje é o principal portão de entrada da capital amazonense.

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16maio

Dor e Sofrimento : A fatídica noite de 28 de março de 2014, o acidente que marcou Manaus

A noite da sexta-feira dia 28 de março de 2014 foi marcado por um acidente horrível. Por volta das 20h30, um caminhão do tipo caçamba, que trafegava no sentido bairro-centro, se desgovernou a 100 km/h e furou a contramão da Avenida Djalma Batista atingindo em cheio e de frente um ônibus executivo que fazia a linha 825 (Redenção-Bairro da Paz) em frente da Universidade Paulista – UNIP, em Manaus.

O micro-ônibus estava com aproximadamente 40 passageiros na hora da colisão. Depois da batida, foi um desespero só.

AP – ACIDENTE/MANAUS/ONTEM – CIDADES – Um micro-ônibus do transporte coletivo e um caminhão colidiram por volta das 20h30 de ontem (28), na Avenida Djalma Batista, nas proximidades da Arena da Amazônia, região centro-sul de Manaus (AM). Foram confirmadas a morte de 14 pessoas, entre elas os motoristas dos dois veículos, uma criança e uma grávida. O caminhão prestava serviços para a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf). A prefeitura decretou luto oficial de três dias na capital. O acidente foi registrado no 12º Distrito Integrado de Polícia (DIP). 28/03/2014 – Foto: CLÓVIS MIRANDA/A CRÍTICA/PAGOS

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