Como configurar o Audience Network no WordPress e ganhar dinheiro com o Facebook

Agora é hora de ensinar a configurar o Audience Network em seu site WordPress para que você comece a ganhar dinheiro com o Facebook, a maior rede social do mundo. O primeiro passo importante é você transformar seu site adaptado para o Instant Article e conectá-lo à uma fanpage. Para isso, você deverá seguir esses dois tutoriais sobre o assunto que já abordei aqui em meu blog:

Principais Diferenças entre as plataformas de blog WordPress e Blogger

Uma das principais dúvidas de quem vai iniciar na vida de blogueiro é saber escolher a plataforma. As duas mais conhecidas são WordPress e Blogger.

Lembro que uma vez fui orientado da seguinte forma : Blogger é pra blog de entretenimento e WordPress é pra blog jornalístico. Decidi iniciar pelo wordpress em 2008 e somente em 2010 criei meu primeiro blogger.

Atualmente recomendo o WordPress, mas devo admitir que ambos possuem prós e contras na sua utilização e para auxiliar nossos leitores entender melhor a diferenças entre essas ferramentas, segue abaixo uma pequena lista com as principais vantagens e desvantagens na utilização de cada uma dessas ferramentas de gerenciamento de conteúdo.

Principais Diferenças entre as plataformas de blog WordPress e Blogger

Principais Diferenças entre as plataformas de blog WordPress e Blogger

4 Mitos sobre o Marketing nas Redes Sociais

Existem muitos mitos sobre Marketing nas Redes Sociais, pessoas que não conseguem explorar ao máximo essa ferramenta e simplesmente abrem a boca para opinar.

Isso acontece porque a utilização de redes sociais como ferramentas de marketing e networking ainda é recente. E pelo fato de ser uma atividade com pouco tempo de vida e que vem crescendo com bastante velocidade, é comum que muitas pessoas fiquem por fora da realidade do meio digital.

marketing nas redes sociais

marketing nas redes sociais

Há quem defenda com vigor que empresas precisam estar presentes em todos os tipos de meios digitais, pois todas as pessoas estão neles. Será que é isso mesmo?

Mito 1: Todo mundo está nas redes sociais e todos podem ser alcançados sem problemas.

O seu público alvo pode estar ou não na internet. Depende. Muitas contas são criadas e logo em seguida abandonadas, seja no Twitter, Facebook, Google +, entre outras redes. Isso significa que eu não devo investir no marketing digital? Muito pelo contrário. O número de usuários pode não ser exatamente aquele que você estava pensando, mas ainda é gigantesco.

A internet é uma estrada com uma grande concentração de pedestres andando por todas as direções. Muitos podem fazer parte daquilo que você chama de público alvo, mas de que modo eles encontrarão sua marca se nem ao menos sabem que você existe?

É nesse exato momento que entram em ação os analistas de SEO. O SEO (Search Engine Optimization) é um conjunto de técnicas que auxiliam uma marca a obter bons posicionamentos nos resultados de pesquisas em buscadores famosos, como o Google. Dessa forma, o público que estava andando sem rumo começará a notar que existem sinais orientando o trânsito.

O conceito básico é fornecer conteúdo de relevância para o consumidor, pois este encontrará seu site durante sua busca pela informação. Um exemplo simples é um site de uma empresa de RH que dá dicas sobre carreira e profissões. Se o conteúdo for relevante, os buscadores irão posicioná-lo no topo e sua empresa será uma referência no assunto.

Além de um conteúdo atrativo, certas técnicas são utilizadas pelos analistas para alavancar o posicionamento. A utilização de palavras chave é apenas um dos procedimentos básicos.

 

Mito 2: Minha empresa precisa estar em todas as redes

Quanto mais redes tiverem a presença da minha empresa e quanto mais conteúdo publicar, melhor. ERRADO! Tudo tem que ser feito de forma bem direcionada. Não adianta publicar conteúdo, independente do formato, se ninguém acompanhá-lo.

Estabelecimentos que vendem comida, como restaurantes e sorveterias, podem se beneficiar muito com a propagação de fotos. Imagine aquele belo sorvete. Só de ver uma foto você fica com água na boca, não é mesmo? Nesses casos, a melhor opção é o Instagram.

A empresa deve se focar nas redes que mais se encaixam no seu perfil. Enquanto não faz muito sentido uma sorveteria ter um canal no Youtube, uma empresa de RH poderia aproveitar o espaço para divulgar entrevistas com profissionais que dão dicas de carreira.

 

Mito 3: redes sociais podem substituir um site

Infelizmente, muitas empresas acreditam que uma fanpage no Facebook pode fazer um papel de site. O Facebook, Twitter ou Google + não possuem todas as características necessárias para dar suporte ao cliente, como um site bem construído pode oferecer.

Além disso, redes sociais podem sofrer atualizações a qualquer momento, mudando sua interface sem que você possa fazer nada.

Outro problema é que sites como o Facebook não liberam o conteúdo completo para quem não é cadastrado. Se algum de seus clientes não tiver um perfil na rede, não poderá visualizar todas as informações disponíveis. Já imaginou se o servidor da rede social está instável? Existem dias que essas redes ficam lentas. Você não vai poder ligar para que o suporte resolva o problema.

Então quer dizer que devo abandonar os perfis? De forma alguma. Eles devem ser utilizados em conjunto com o seu site. Uma boa maneira de fazer isso é utilizando os botões de compartilhamento. Muitos blogs exercem essa prática com aplicativos disponíveis em plataformas como o WordPress.

Se o leitor gostar da informação, basta um clique e seu conteúdo será publicado em uma rede social. Há também a possibilidade de permitir comentários via Facebook, pois o leitor pode compartilhar o conteúdo na rede social já com o próprio comentário.

Mito 4: não há como saber o quanto você ganhou investindo em redes sociais

Este é um mito muito fácil de ser quebrado. Essa ideia errônea é cultivada por pessoas que não possuem conhecimento na área de marketing digital, mesmo que sejam usuários que sabem como manusear bem as redes.

Existem ferramentas que permitem o rastreamento de links. Dessa forma, você pode saber quantas pessoas chegaram até o seu site por meio das redes sociais. De acordo com o formato do site e com a área de atuação da empresa, a projeção desses dados pode ser ainda maior, pois há como saber quantas pessoas compraram a oferta que estava presente no link divulgado nas redes.

Também é possível medir a eficácia de ofertas que chegam via email, sabendo até mesmo quantas pessoas decidiram receber informações sobre as novidades de sua companhia após terem feito o cadastro durante a visita à uma página recomendada pela rede social.

Esses são alguns dos mitos mais comuns. Lembre-se que existem pessoas que acreditam que as redes sociais são inúteis, da mesma forma que há quem acredite que elas fazem milagres. Há um meio termo entre essas duas opiniões e existem métodos que potencializam cada vez mais a eficácia do marketing digital. Fique ligado para futuras dicas.

Fonte : Nordeste SEO

Relatórios do Google Analytics sobre o Tráfego “social media”

Medir resultados do seu site e ainda descobrir como está a sua marca nas redes sociais é o grande desafio das empresas hoje. Pensando nisso o Google criou um conjunto de ferramentas de relatórios de “social media” dentro do Google Analytics.  No post vamos ver como o Google analisa o “Tráfego Social” e como  o Brandviewer pode ajudar a conseguir ainda mais resultados.

Relatórios do Google Analytics sobre o Tráfego “social media”

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