Segundo a Fifa, só 3% dos ingressos foram comprados por estrangeiros

O turismo durante na Copa das Confederações não alavancou como se era esperado ( esperado pela presidente, pelos comerciantes que trataram de super faturar os preços, e dos cambistas e oportunistas de plantão).

Durante esse período de pré- Copa das Confederações, pudemos presenciar em várias reportagens como os turistas são tratados como “idiotas” no Brasi. O Brasil, de norte a sul, não sabe muito bem como tratar os turistas estrangeiros. Arrisco-me a dizer que aqui não sabemos nem mesmo tratar direito os brasileiros!

Dá uma olhada no Kikão (Hot-Dog) padrão FIFA – R$ 8,00!

Pão Velho, Salsicha de péssima qualidade e recheio de Vento.
Os organizadores, fingem não ver.  A população reclama, mas, com fome, acaba comprando.  Enquanto isso, a FIFA só se preocupa com a contabilidade. Imagina na Copa…

Inacreditável esse cachorro quente que está sendo vendido nos estádios. Imagina na Copa…

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Imagina na Copa…

Tudo isso aliado com a crise internacional (europa principalmente) e  as manifestações que mudaram a rotina do Brasil, foram fundamentais para o resultado tão negativo. E lembrem-se, isso será com certeza levado em consideração para os jogos da Copa do Mundo do ano que vem.

Como se não bastasse, apenas os brasileiros quererem chamar a atenção internacional, ainda tivemos a seleção espanhola, por exemplo, a mais vitoriosa dos últimos anos e com certeza uma das mais influentes do mundo futebolístico na atualidade,reclamando o tempo todo. Os espanhóis reclamaram do calor, dos hotéis no Brasil e do campo de treinamento.

Tanta reclamação, apoiada com os protestos populares que parecem não ter datas para pararem, comprometem inclusive o turismo do ano que vem.

Para mudar, é preciso termos uma política pública de emergência. Já possuímos um plano de longo prazo (Plano Aquarela), para atrairmos os gringos, porém, é necessário, EDUCAR O POVO BRASILEIRO.

Abaixo segue a matéria do Estadão.

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SÃO PAULO – A Copa das Confederações não movimentou o turismo interno nem atraiu muitos turistas estrangeiros, informou nesta segunda-feira (8) o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Segundo a Fifa, só 3% dos ingressos foram comprados por estrangeiros - Nilton Fukuda/Estadão

Segundo a Fifa, só 3% dos ingressos foram comprados por estrangeiros – Nilton Fukuda/Estadão

Segundo a Fifa, só 3% dos ingressos foram comprados por estrangeiros

De acordo com pesquisa encomendada pelo órgão junto a torcedores das seis cidades sede do evento, 85% das pessoas que foram aos estádios moravam no Estado em que o jogo foi realizado. O SPC Brasil informou ainda que, segundo dados da Fifa, apenas 3% dos ingressos foram comprados por torcedores estrangeiros.

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“Uma pesquisa anterior, realizada em abril deste ano, mostrou que 83% dos comerciantes acreditavam que a Copa das Confederações traria novas oportunidades de desenvolvimento para os negócios locais. A falta de turistas no evento, aliada aos resultados das manifestações nas ruas, frustraram essas expectativas”, disse o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Junior.

A pesquisa também traçou o perfil do consumidor que foi aos estádios durante a Copa das Confederações. De acordo com o levantamento, a maioria dos torcedores era formada por homens (62%), solteiros (59%), com idade na faixa de 18 a 34 anos (60%), pertencentes às classes A e B (75%) e que foram aos jogos com amigos (45%).

Os dados mostram ainda que o consumo durante o evento foi direcionado para o setor de serviços, como restaurantes, bares e boates. Segundo a sondagem, cerca de 70% das pessoas que foram aos estádios não compraram produtos para levar para casa, como suvenires, roupas e artigos esportivos.

A nota média dada pelos entrevistados para a Copa das Confederações foi sete, em uma escala de zero a dez. Os estádios ficaram com o maior porcentual de avaliações positivas (88%), seguidos de hospedagem (58%), comércio em geral (57%), bares e restaurantes (56%) e turismo/cultura/eventos (52%). Já os piores foram transporte público (48%), estacionamento (46%), mobilidade urbana (40%) e aeroportos (29%).

A pesquisa mostrou que 85% dos torcedores acham que o investimento pessoal para ir aos estádios valeu a pena, porém 62% ainda consideram o Brasil despreparado, de uma maneira geral, para a Copa do Mundo de 2014.

“O público considerou a preparação adequada para um evento teste como a Copa das Confederações, mas ainda falta melhorar para o evento principal”, disse o gerente financeiro do SPC Brasil, Flávio Borges.

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Sou manauense, graduado em Design de Interface Digital, pós-graduado em Marketing, Propaganda e Publicidade pela Laureate International Universities e mestrando em Design da Comunicação na Politecnico di Milano - Itália. Sou o idealizador do No Amazonas é Assim e recebi o Prêmio Top Empreendedor nas Américas, além da Comenda da Cruz do Reconhecimento do Mérito do Empreendedorismo e a Cruz do Mérito da Amazônia, ambas as comendas outorgadas pela pela Câmara Brasileira de Cultura. Me interesso por Marketing Digital, Mídias Sociais, Branding, Gestão de Conteúdos Web, Turismo Cultural, Manaus de Antigamente além de Políticas Criativas.