O que muda com a busca social do Facebook?

Na tentativa de desafiar o Google e propor um sistema de busca centrado no usuário (e não em tags e estratégias mirabolantes), Mark Zuckerberg lançou o Graph Search do Facebook, um recurso que promete proporcionar aos usuários uma nova experiência no site: a busca social. Ela permite que você, por meio de perguntas, navegue pela gigantesca base de dados dos usuários da rede social para achar pessoas, fotos, lugares e interesses conforme suas conexões e preferências compartilhadas no site. A ferramenta ainda está restrita a alguns usuários dos Estados Unidos, mas os mais curiosos já podem entrar na fila de espera aqui.

Mas o que de fato isso altera na sua vida? Para quem trabalha com marketing digital, nem é preciso mencionar que melhorando a estratégia de busca, aumenta-se a chance de sua empresa ser encontrada, né? O usuário, por sua vez, também quer encontrar o que procura. E como funcionará essa busca, afinal?

Como o princípio básico da novidade é “facilitar a vida do usuário” na hora de buscar, quem já teve o novo perfil já pode perceber a diferença nos campos de busca do Facebook. São critérios do novo mecanismo de pesquisa:

Localização: o usuário poderá procurar pessoas, lugares e coisas.
Tutorial: o sistema irá simular uma busca baseada nos seus círculos de relacionamento na rede.
Ao clicar no campo de busca, o Facebook, que por ora disponibiliza resultados envolvendo pessoas, fotos, interesses e lugares, já sugere algumas opções, como “meus amigos”, “fotos de meus amigos”, “restaurantes por perto”, “jogos que meus amigos jogam”, “músicas que meus amigos curtem” e “fotos que eu curti”.



As fotos que você curtiu: o sistema irá exibir todas as fotos que você já curtiu inclusive aquelas que você nem se lembra. A pergunta ainda sugere mais variações, como “fotos nas quais eu comentei”, “fotos de mim nas quais eu comentei”, “fotos que fulano curtiu”, “fotos que eu, fulano e beltrano curtimos”.
Velocidade dos resultados: as pesquisas, sobretudo envolvendo fotos, levam alguns segundos e estão muito aquém da velocidade do Google, dizem os que já experimentaram.
Lugares e interesses: também é possível fazer pesquisas sobre lugares e interesses, como “restaurantes por perto”, “bandas que meus amigos curtiram”, “restaurantes por perto que meus amigos curtiram” etc.
Parece ser bem prático isso, não? Em relação à privacidade, aparecer na busca, assim como todos os outros serviços, será opção do próprio usuário. Nem preciso dizer que essa é uma grande evolução para ‘humanizar’ os serviços de busca e forçar o mercado a trabalhar a parar de trabalhar com os computadores e começar a dar foco em quem está na frente deles, né?

via : BlogMidia8

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Sou manauense, graduado em Design de Interface Digital, pós-graduado em Marketing, Propaganda e Publicidade pela Laureate International Universities e mestrando em Design da Comunicação na Politecnico di Milano - Itália. Sou o idealizador do No Amazonas é Assim e recebi o Prêmio Top Empreendedor nas Américas, além da Comenda da Cruz do Reconhecimento do Mérito do Empreendedorismo e a Cruz do Mérito da Amazônia, ambas as comendas outorgadas pela pela Câmara Brasileira de Cultura. Me interesso por Marketing Digital, Mídias Sociais, Branding, Gestão de Conteúdos Web, Turismo Cultural, Manaus de Antigamente além de Políticas Criativas.