O que é uma cidade criativa

Atualmente o tema tem entrado “na moda”, e é bom mesmo que a população passe a prestar mais atenção sobre iniciativas que transformam o cenário urbano e o deixa melhor para todos.

Uma cidade criativa é aquela capaz de comportar certa desordem e irregularidades enquanto renova seus padrões e inventa outras práticas de convivência. A definição foi apresentada por Anamaria Wills, executiva dedicada à produção cultural com atuação em diversos países.

Existe também um livro muito interessante da Elsa Vivant sobre o tema.

O Que É Uma Cidade Criativa?  Este livro traz uma discussão sobre a teoria das cidades criativas que vem incendiando os debates urbanísticos do mundo todo. Elsa Vivant aponta os paradoxos e as limitações que permeiam as teorias em torno desse tema, questionando até que ponto a reversão da decadência econômica das cidades tradicionais dependerá apenas da capacidade de elas atraírem e ampliarem a presença das chamadas classes criativas, oferecendo-lhes, em contrapartida, ambientes sociais e culturais mais estimulantes, dinâmicos e abertos à diversidade.

O Que É Uma Cidade Criativa?
Este livro traz uma discussão sobre a teoria das cidades criativas que vem incendiando os debates urbanísticos do mundo todo. Elsa Vivant aponta os paradoxos e as limitações que permeiam as teorias em torno desse tema, questionando até que ponto a reversão da decadência econômica das cidades tradicionais dependerá apenas da capacidade de elas atraírem e ampliarem a presença das chamadas classes criativas, oferecendo-lhes, em contrapartida, ambientes sociais e culturais mais estimulantes, dinâmicos e abertos à diversidade.

Cidades Criativas são espaços urbanos onde a articulação eficiente entre atividades sociais e artísticas, industrias culturais e governo foi capaz de produzir uma efervescência cultural que desenvolve, atrai e retem talentos, promove diversidade social, aumenta a oferta de empregos, gera maior conhecimento entre cidadãos, aumenta o potencial criativo de empresas e instituições, atrai mais turistas e, assim, contribui significativamente para a economia da cidade e qualidade de vida de seus cidadãos.

Os projetos devem sempre obedecer e observar as singularidades locais.  Foi o que aplicou, por exemplo, o governo francês, ao estimular alternativas para o transporte e o acesso à cidade. Empresas que financiarem as despesas dos funcionários que adotam a bicicleta como meio de transporte serão recompensadas com isenções – sistema semelhante já é desenvolvido na vizinha Bélgica. Lá paga-se 21 centavos de euro por quilômetro rodado.

Os ganhos são com a saúde e o bem-estar, além de fazer a diferença nas finanças do país: de acordo com o ministro dos transportes francês, Thierry Mariani, 5,6 bilhões de euros são economizados ao se utilizar a bicicleta como meio de transporte. Isso sem falar na redução dos gases poluentes. Outras medidas para melhorar a qualidade da circulação como reformas na engenharia do trânsito, a expansão das ciclovias e o combate ao roubo de bicicletas também estão sendo avaliadas.

A doutora em urbanismo Ana Carla Fonseca constatou três características comuns às comunidades que se pretendem criativas, independente de sua escala, história ou situação econômica: “inovações, cultura e as conexões entre público e privado, entre local e global formam o tripé de uma cidade na qual a criatividade é vista como fator diferencial”.

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Sou manauense, graduado em Design de Interface Digital, pós-graduado em Marketing, Propaganda e Publicidade pela Laureate International Universities e mestrando em Design da Comunicação na Politecnico di Milano - Itália. Sou o idealizador do No Amazonas é Assim e recebi o Prêmio Top Empreendedor nas Américas, além da Comenda da Cruz do Reconhecimento do Mérito do Empreendedor, ambos pela pela Câmara Brasileira de Cultura. Me interesso por Marketing Digital, Mídias Sociais, Branding, Gestão de Conteúdos Web, Turismo Cultural, Manaus de Antigamente além de Políticas Criativas.