Categoria Criatividade

Lady Gaga usa tecnologia inédita em tributo a David Bowie

Um anel que controla hologramas, pele digital e um piano robô parecem algo incomum para um show, certo? Não quando se trata de uma apresentação de Lady Gaga homenageando um dos icones pops mais extravagantes que já existiu.

Na noite da última segunda-feira (15) , a cantora se apresentou no 58 Grammy Awards em um tributo a David Bowie, falecido em janeiro aos 69 anos. Durante os mais de seis minutos de apresentação, Gaga passou por 9 músicas da carreira do cantor. A apresentação por si só já seria icônica, mas as inovações tecnológicas do show levaram a atmosfera a um nível “mágico” – digno dos clipes mais extravagantes de David Bowie.

Em uma parceria do Grammy com a Intel, a tecnologia foi usada para tornar mais “real” a personificação de Lady Gaga em Bowie. O destaque ficou para a tecnologia usada para criar uma maquiagem que se transformava. Nos primeiros minutos da apresentação, uma pele digital foi projetada no rosto da cantora, parecendo assim que a sua maquiagem mudava instantaneamente. Para criar a animação da maquiagem, a Intel desenvolveu um scanneamento 3D ao capturar 12 poses do rosto de Gaga usando uma complexa tecnologia de scanner. Foi a primeira utilização dessa tecnologia em uma performance transmitida ao vivo.

Apesar de ser conhecida por apresentações surpreendentes e extravagantes, Lady Gaga se mostrou empolgada com o resultada das inovações no tributo: “Eu amo artistas. E acredito que o que é tão empolgante nessa colaboração é que posso apontar os holofotes para todos esses cientistas que são artistas na minha opinião. Todas as coisas que eles desenvolvem, pesquisam, inventam…eles são sonhadores e essa é a essência de ser um artista, que é ter uma visão firme que você busca alcançar” afirmou a cantora.

Confira abaixo o vídeo da performance de Lady Gaga no Grammy e do making of da Intel em parceria com a cantora antes do show:


 

Arte no Holocausto: exposição em Berlim traz ilustrações secretas feitas por judeus em campos de concentração

“Eu não penso sobre toda a miséria, mas sobre a beleza que ainda permanece”. Retirada do famoso Diário de Anne Frank, relato da garota  judia de 13 anos que transcreveu secretamente sua experiência durante Holocausto, essa frase parece ter reverberado secretamente por entre muitos outros judeus. Em meio à crueldade, ao medo e à repressão, eles encontraram uma forma de continuar vivendo: a arte.

A exposição “Art from the Holocaust”, exibida pela primeira vez fora de Israel, traz mais de 100 trabalhos artísticos produzidos por judeus durante o período. São obras que sobreviveram escondidas durante anos, tendo algumas sobrevivido inclusive aos seus autores – dos 50 artistas representados 24 foram mortos por nazistas durante a Guerra. 

Criadas em condições sub-humanas e em segredo absoluto, as pequenas ilustrações e pinturas foram feitas por judeus em campos de concentração, campos de trabalho forçado e guetos. Algumas ilustrações mostram as atrocidades e humilhações em que viviam os prisioneiros, enquanto outras reverenciam o indivíduo e a vida espiritual mesmo em meio à crueldade humana.”Elas mostram o poder do espírito humano frente às adversidades e à morte e o conflito entre a realidade do Holocausto e do imaginário humano” afirma a curadoria no panfleto da exposição.

A mostra, inaugurada em Berlim no início de fevereiro deste ano, celebra os 50 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre Alemanha e Israel. E prova mais uma vez que a arte transcende as mais inesperadas barreiras. Veja abaixo algumas obras em exposição:

“One Spring”, de Karl Bodek e Kurt Conrad Löw (1941)

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“The Refugee” de Felix Nussbaum (1939)

“The Song is Over” de Pavel Fantl, (1941-1944)

Ensaio mostra como seriam personagens se vivessem no século XVI

E se o Super Homem tivesse nascido no século XVI? E o Homem-Aranha fosse um duque? A partir de perguntas como essa, fantasia e ficção encontram a história da arte na série de retratos da fotógrafa francesa Sacha Goldberger.

Intitulada “Super Flemish” -algo como “Super Flamengos”- a coleção de imagens traz um confronto entre ícones da cultura americana e a pintura flamenga. Popularizado na Europa no século XVI, o gênero era usado para retratar a nobreza e a alta burguesia. Nessa série de fotografias, o estilo foi apropriado ao recriar na pré-produção os figurinos, posturas e técnicas de luz  do período.

As imagens causam estranheza de início, mas impressionam pelo realismo das personagens apesar dos quase quatrocentos anos de diferença:”Pela perturbação de tempo que produzem, essas imagem nos permitem descobrir, por baixo da cobertura do tempo, uma inesperada melancolia daqueles que esperamos serem invencíveis” afirma Sacha.

 

Confira abaixo alguns dos retratos da coleção:

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Homem Aranha: técnicas de luz e figurinos remetem à pintura típica da região de Flandres no século XVI

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A melancolia atemporal d’O Coringa

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Flemish nas Estrelas: série especial da fotógrafa foi desenvolvida a partir dos personagens de Star Wars

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Super Homem e Mulher Maravilha num retrato em família

Para saber mais acesse o portfolio completo da coleção “Super Flemish”: http://sachagoldberger.com/

 

Video emocionante da Coca-Cola faz refletir sobre como julgamos o outro

Dizem que a primeira impressão é a que fica. Estudos recentes sugerem que para gerar essa primeira impressão basta meio segundo e pronto: é tempo suficiente para tirar conclusões sobre a personalidade de alguém e julgar se essa pessoa agrada ou não.

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Experimento mostra o poder da primeira impressão

A campanha da Coca-Cola “Let’s take an extra second” nos convida, como o nome diz, a dar um segundo a mais para formar essa primeira impressão do próximo. Um segundo a mais, como mostrado no video, pode fazer muita diferença no julgamento que fazemos das pessoas.

Participantes do experimento se surpreendem depois de "julgar pela capa"

Participantes do experimento se surpreendem depois de “julgarem pela capa”

No experimento realizado pela marca, algumas pessoas são convidadas a dizer qual a primeira impressão que fazem da imagem de uma pessoa na tela. Alguns segundos depois, a pessoa real da imagem sai de trás da tela e se apresenta. O resultado é impressionante:

Fonte: http://mais.uol.com.br/view/zxxi6bwydk0w/nunca-julgue-alguem-pela-capa-04024E9B3662DCB15326?types=A&

McDonald's lança novas embalagens e coleção de "alta costura"

Amantes ou haters de fast food, é fato que o amarelo e vermelho do McDonald’s estão no imaginário coletivo mundial há mais de seis décadas. Com mais de 36.000 lojas pelo mundo, a rede de fast food lançou nesse mês uma nova linha de embalagens que deve chegar a todas as lojas até o fim do ano.

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Nova linha de embalagens do McDonald’s

 

Controversa por deixar de lado o famoso duo de cores que consagrou a marca, a nova linha de embalagens pretende renovar a imagem do McDonald’s como “marca moderna e divertida”. A ação busca também “tornar progressivamente as embalagens em arte e apoiar as comunidades onde a moda é uma forma de expressão” afirma Matt Biespiel, diretor senior de Marketing da rede.

No lançamento da nova linha de embalagem, foram selecionados dois alunos da Miami International University of Art and Design para desenvolver uma coleção de alta costura inteiramente feita com produtos da nova linha de embalagens. Intitulada McDCouture Collection, a linha desenvolvida por eles conta com acessórios compostos por um total de 50 sacolas, 72 canudos, 22 copos e oito caixas de sanduiches.

Chapéu feito com as novas embalagens da marca

Chapéu feito com as novas embalagens da marca

 

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Sapatos e bolsas também fazem parte da McDCouture Collection

Informações: http://news.mcdonalds.com/Corporate/Feature-Stories-Articles/2016/A-New-Year-and-A-New-Look-for-McDonald-s-Global-Pa